quinta-feira, 11 de abril de 2013

Capitulo 93 – Arma em Punho



Capitulo 93 – Arma em Punho

-Acabou a sessão herói? – perguntou ele. – Bom não vou te matar agora, quero que você sofra um pouco mais, antes disso...
Ele apontou a arma para a Aline novamente que me encarava com medo. Então eu me levantei e chutei sua mão e consegui tirar a arma de sua mão, que foi parar perto dos convidados.
Logo começamos a nos socar e chutes após chutes, até eu não aguentar mais, já estava todo dolorido, roxo e machucado, mas conseguia me defender pelo menos. Até que ele me pegou pelo cabelo e me fez ficar de frente a ele.
-Eu lhe disse que você iria ter o mesmo cominho que seu pai! – disse ele sorrindo e dando risada.
-Felipe!!! – gritou desesperadamente a Aline, e eu desviei o olhar para ela.
...
...
Ela estava realmente desesperada, chorando, e eu me pergunto porque?
-Não!!! – gritou minha mãe ajoelhando no chão, e porque?
É incrível como as coisas acontecem em questão de segundos.
-Acabou! – falou ele para mim me chamando a atenção, e desviei o olhar para ele novamente.
E a ultima coisa que vi foi o brilho da lâmina, e logo após a dor.
Não deu nem tempo de gritar, ou de ter qualquer reação, quando ele já havia atravessado o punhal, uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete... Foi só até ai que consegui contar.
Logo após ele me soltou, o sague escorria initerruptamente, a dor era insuportável, não sentia mais nada, a não ser a dor.
A tontura veio chegando, a vista se embasava, de repente tudo escurece e depois volta ao normal, cambaleava de um lado para o outro, até perder as forças e cair de frente, com o rosto no chão, o tombo foi muito pouco comparado aos cortes que me deixavam inútil.
O drogado ria, podia ouvir sua risada, enquanto a poça de sangue e formava me baixo de mim.
-Desgraçado!!! – ouvi o grito de Lucia, e logo após tiros e mais tiros e o infeliz cai perto a mim.
-Felipe!!! – gritou a Aline novamente!
Podia ouvir a movimentação.
E logo pude sentir a mãos macias da Aline no meu rosto.
-Aline? –perguntei para confirmar, com a voz fraca
-Oque? – perguntou ela entre o choro.
-Nada! – falei fechando os olhos.
-Felipe!! Felipe!! Não fecha os olhos” – suplicou ela.
-Está doendo muito! – respondi entre gemidos.
-Calma! – disse ela tentando conter o choro. – Segura minha mão!
Demos a mão e ela continuava a acariciar meu rosto e meu cabelo, chorando e chorando, era doloroso presenciar aquilo, vela chorando por mim, mas eu não tinha condições nem de manter os olhos abertos, imagina reconforta-la
Queria abraça-la e dizer que tudo estava bem, mas não podia, eu estava limitado.
Enquanto ela chorava sobre mim algumas lágrimas caiam em meu rosto, oque me deixava mais magoado ainda, e ela não soltava minha mão.
-Não chora! – pedi.
-Xiiiu! – respondeu ela colocando os dedos em minha boca.
Logo pude ouvir as sirenes, era a ambulância e a policia, os bombeiros agiram rápido comigo, dizendo inúmeras coisas, e aquela confusão me deixava confuso.
-Temos que leva-lo para cirurgia imediatamente. – disse uma moça.
-Corre levamos ele ao hospital mais próximo!
Eu aguentei me manter consciente até chegar ao hospital.
As luzes dos corredores do hospital passavam rapidamente, a maca tremia, as pessoas falavam, falavam e eu fiquei desacordado e não lembro de mais nada.
...
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Capitulo 94

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