sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Capitulo 69 - Te tenho



Capitulo 69 – Te tenho

Eu sentia falta de casa quase todo o momento e era difícil ignorar isso, sentia falta do abraço dela, das nossas risadas e de tudo que fazíamos juntos; Sentia falta do Luke o cachorro que alegrava a casa sempre; E do Arthur de sentir ele se mexer todas as noites quando abraçava a Aline.
E várias vezes ia no twitter e deixava um simples recado:
“É difícil te querer tanto e não poder de ter.”
...
Mais dias se passaram, fiquei vários dias a mais em Londres, algo que não estava programado, mas finalmente estava arrumando as malas para voltar pra casa e rever os amores da minha vida.
...
...
Antes de deixar o hotel mandei um e-mail para a Aline avisando que eu estava voltando, mas provavelmente ela não receberia. Chamei o taxi e fui para o aeroporto, esperei dar o horário do voo e então embarquei.
Não demorou e já estávamos no ar, eu olhava para fora e via nuvens e nuvens, não conseguia acreditar que daqui algumas horas estaria de volta em casa e veria minha família, de novo. E a família que tanto me fez falta.
Eu estava tão ansioso em chegar em casa que nem conseguia relaxar, nem que fosse por alguns minutos, estava elétrico.
Algumas horas se passaram e então pousamos, a minha volta via pessoas falando português e aquilo me reconfortou, pois era bom sentir estar em casa. Esperei minha malas serem liberadas. Fiz tudo oque era preciso e então peguei um taxi até em casa.
No caminho, fui calado, e o motorista nem ousou puxar assunto pois sabia que eu estava inerte em meus pensamentos. Enquanto não cheguei em casa eu não soltei a chave das portas.
Aos poucos tudo ia se projetando, o prédio da revista, o parque, a casa de Lucia, as ruas conhecidas, a loja onde havia comprado o Dino.
Até que finalmente cheguei em casa, paguei o taxista e parei em frente de casa, segurando as malas nas mãos.
Estava de noite e com um frio paulista, nada parecido com o frio de Londres, então para mim estava calor.
Peguei a chave e abri a porta da sala, abri a porta e o Luke se pôs de pé e com o rabo a abanar veio em minha direção, latindo de felicidade, me agachei para abrasa-lo e ele não pensou duas vezes em se debruçar em mim e me lamber, e soltar latidos.
-Também senti sua falta garoto. – disse acariciando sua cabeça. – E a mamãe onde está?
Larguei as malas no canto da sala e fui para a cozinha, bebi um copo de agua em só então fui subir, tudo estava apagado, somente a televisão do quarto estava ligada, e os abajures. Na televisão passava desenho, e a Aline dormia na cama. Desliguei a televisão e fiquei a observar a cama.
A Aline estava com uma blusa de moletom minha, e estava deitada do meu lado da cama, perto dela estava o Dino. Me aproximei da cama, larguei o tênis no chão e fui para o seu lado.
-Amor! – chamei ela, passando os dedos de leve me seu rosto. – Minha linda!. – Chamei coloquei seu cabelo atrás da orelha. – Eu cheguei amor! – Ela se mexeu e virou o corpo, mas ainda estava dormindo. –Mamãe eu cheguei!
Ela de vagar abriu os olhos, e volto a fecha-los, abriu-os e fechou-os novamente, e depois com a voz sonolenta perguntou:
-Felipe?
-Oi linda!
Ela abriu os olhos agora brilhantes e então sorriu para mim, se sentou na cama e me observou, colocou a mão no meu rosto, e continuou a me olhar, e eu simplesmente sorria para ela, logo ela começou a acariciar meu rosto, e ao aproximar sua mão da minha boca eu dei um beijinho carinhoso em sua palma.
E então ela abriu um sorriso enorme e eu correspondi, não demorou muito e então nos abraçamos, tão forte, e tão tudo parou, só conseguia sentir o corpo dela e seu cheiro. Aquele abraço carinhoso que só ela sabia me dar, aquele abraço que sara tudo e tudo recupera.
Era tão bom poder senti-la novamente nos meus braços, sentir seu cheiro, sentir sua respiração, seu calor, seus olhos nos meus, enfim, senti-la por completo.
-Eu senti tanto sua falta. – disse ela na minha orelha.
-Eu não! – falei brincando.
-Uhum sei. – disse ela sorrindo. – Você não vive sem mim que eu sei!
-É eu não vivo sem você.
A agarrei e a deitei na cama, com cuidado, comecei a beija-la, e o amor amentava a cada instante.
Ela arranhava minha costas, e não demorou muito para abrir minha blusa e tira-la. Sentia sua mão quente sobre minha pele, sua mão afagava meu tórax, minha barriga ... E eu a agarrava e lhe fazia caricias por todo seu corpo, eu a encaixava em mim, ela dava um sorriso sutil.
Abri minha blusa que estava nela e a tirei, por baixo ela estava com uma regata que deixava o sutiã a mostra, com beijos leves fui descendo até a sua barriga, onde beijei mais lentamente.
-Papai esta de volta! – disse e dei mais um beijo.
Tirei a calça dela e ela a minha camiseta. Depois de mais beijos, mordidas e pegadas, ela abriu a minha calça jeans e eu tirei sua regata. E após tirar a minha calça fui tirar a calcinha dela com a boca lhe fazendo caricias pelo corpo.
...
Capitulo 70 – Nosso momento.
Era tão bom passar, esse tempo com ela, sentir ela em mim, e ver o Luke a brincar, com qualquer objeto, e o objeto do momento era o tapete.
...
Continua...

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