quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Cap. 7 - O jogo



Capitulo 7 – O jogo

E agora, quem faltava? O outro casal feliz? Não!
Andei silenciosamente e lentamente pelo corredor, como anteriormente, e entrei no quarto, sem querer me esconder.
Os dois estavam deitados, um virado para cada lado, e tentavam dormir, sem muito sucesso. Casal perfeito não?
Estava com preguiça de fazer alguma cerimonia ou diversão, então os matei rapidamente, mal houve gritos.
Depois desci para a sala e fiquei na imersão, sempre inexpressivo e fitando o chão!
As horas passavam, e o tédio se acumulava, e oque eu poderia fazer? Permaneci lá por mais algumas horas, e depois fui caminhar pela casa.
Já estava amanhecendo, e o sol já se infiltrava na casa, e não me surpreendi com o que vi. Os objetos pessoas deles haviam sumido, como os de minha família, e os corpos não existiam mais e as machas de sangue ainda se recolhiam até sumirem sem deixar marca alguma.
E como eu havia imaginado, aquela casa tinha mais conexão com o sobrenatural do que eu mesmo.
...
Messes se passaram e eu fiquei na casa sem nada a fazer, sem nada comer, apenas na imersão dos pensamentos.
Eu era um tipo de demônio calma, adestrado, não desejava matança, tinha preguiça de matar diversas pessoas por dia, então matava o suficiente para saciar minha vontade.
E oque eu estava percebendo era que com o tempo que ficava sem me alimentar eu continuava a envelhecer, ou veja eu era mais fraco, me tornava mais humano.
Mas deixa isso de lado e me concentrava em não fazer nada.
As vezes eu andava pela casa, revendo cada canto, quebrava-a por inteiro só para ver ela se consertar novamente, não importava oque eu fizesse aquela casa sempre voltaria a ser como era.
Em um dos dias de tédio, peguei um fosforo e fui para a cozinha, e a explodi, e depois vi, os pedaços da casa voltando para o seu lugar de origem, era tudo como se o modo reverso, estivesse ligado, e enquanto ela se reconstituía, eu simplesmente a observava.
As vezes passar dias e dias sozinhos era ruim, para alguém carente de sentimento, e jogado na solidão, eu acho que era por isso que os demônios sempre devoram pessoas, uma atrás da outra, para não se sentirem sozinhos como eu, é pelo que parece, demônios também são frágeis.
Em alguns dias de solidão, eu saia de casa e ia floresta a dentro, olhava os pássaros, ou qualquer outro animal que me chamasse a atenção, mas depois voltava para casa.
E foi oque eu fiz durante esses meses, até chegar a diversão.
...
Estava anoitecendo, era por volta das 5 horas da tarde, quando um grupo de jovens, vieram para uma visita!
Eram 5 meninos e 3 meninas, um grupo até que bonito, eu os observava as escondidas sem intervir em nada, afinal eu queria me divertir um pouco!
Eles andaram um pouco pela casa, exploraram o lugar, até acharem um lugar legal, e então o tabuleiro foi posto ao chão com um copo em cima dele.
-Tem certeza gente? – disse a morena
-Vamos Grasi! É só uma brincadeira! – respondeu um garoto loiro de olhos azuis.
-Eu sei que é só uma brincadeira Gabriel, mas mesmo assim eu...
-A para de frescura garota e vamos logo, se num quiser participar fique de fora! – disse um dos meninos morenos.
-Vamos, estou ansiosa! – disse a garota ruiva, já sentada no chão.
Todos sentaram, formando um circulo, e eles então começaram.
Velas foram acessas e eles deram todos as mãos e um garoto conduzia o grupo, e recitava alguma baboseira, como se fosse um ritual.
-Nunca tirem a mão do copo! –disse o garoto.
-Porque? – perguntou a outra garota.
-Para não quebram o circulo, caso algo der errado.
Então todos ergueram os braços apoiando os dedos em cima do copo de vidro.
-Tem alguém ai? – o garoto perguntou.
Agora era a hora da minha diversão.
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Capitulo 8 -  Movimentos
Fiz ele se arrastar, com um ranger ...
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Cap. 7 – Provas



Capitulo 7 – Provas

Ao chegarmos a lugar bem afastado, paramos o carro na beira da estrada, e deixamos o corpo à uma certa distancia da estrada. E ao voltamos encostamos no carro e ficamos olhando as estrelas e a lua.
-Temos que tomar cuidado com essa matança! – disse.
-Temos?
- É temos! Eu e você! – disse irritado. – A cidade é pequena e não vai demorar muito para sermos descobertos.
-Relaxa, eu estou tendo cuidado!
Ela me beijou e sorriu para mim.
-Você fica tão fofo assim! – ela me largou e voltou para o carro me esperando.
Dali fomos direto para a casa dela e deixamos o carro, e depois fomos para a minha a alguns quarteirões da dela!
E então tomamos um banho e fomos para a cama juntos, como nas noites passadas.
...
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No dia seguinte, era mais um dia de limpeza, deixamos tudo de lado e fomos para a casa dela, limpar a sujeira de sangue que se espalhou pelo chão, parede e o sofá, e o caminho de sangue que havia ficado pelo caminho, por onde o arrastamos para leva-lo para o carro.
Enquanto ela limpava a sala eu tirava toda a poça de sangue do carro, ficamos basicamente o dia todo só esfregando o chão e limpando as machas em tecidos e depois os queimando.
Quando terminamos tomamos um banho e ficamos em seu quarto.
-Que ir pra minha casa? – perguntei.
-Não, eu estou muito cansada para isso! – respondeu ela deitando na cama.
-Concordo! – falei.
Ficamos em silêncio novamente, até eu começar a falar.
-Da próxima vez me avise melhor!
-Porque?
-Para me preparar.
-Hum.
-A cidade é pequena não podemos dar mole, logo todos saberão do desaparecimento dos mortos e devemos estar prontos.
-Calma, isso não é assim...
-Claro que é!
-Renan!
-Vamos combinar discretamente as coisas, somente por mensagens ou e-mails.
Ela fazia caras e bocas, a cada palavra minha.
-Eu sei que se ficamos muito juntos, seria mais fácil de sermos pegos, mas ficar totalmente incomunicáveis, não é uma boa opção!
-Concordo! – disse ela com uma grande repulsa.
-Mas e ontem? – perguntei.
-Fui um sucesso! – disse ela.
-Quem garante isso?
-Eu! – disse ela sorrindo. – Eu marquei um encontro com ele e trouxe ele pra cá.
- E se ele contou para alguém?
-Ele não contou, eu pedi para não contar!
-E que lhe garante que ele não contou? E mesmo assim, alguém podeter visto vocês juntos!
-Eu não tinha pensado nisso! – afirmou ela séria.
-Temos que ser cuidadosos, e invisíveis!
-E agora oque faremos se descobrirem?
-Calma, é isso que precisamos. – disse por fim.
Eu e ela ficamos ali nos olhando, e pensando em possibilidades, subir seria mais suspeito ainda, então a ideia fora descartada de primeira. Seguimos noite adentro só pensando, até cairmos no sono.
Nos próximos dias a escola estava normal, até rumores chegar.
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Capitulo 8 – Rumores
Ser invisível, ser invisível...
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Cap.8 - Bordel



Capitulo 8 Bordel

“A seleção era demorada e bem cruel, tratavam eles como animais, nem animais, como se fossem lixo.
“E por ultimo restou o grupo dos “inúteis” que não estavam servindo para nada, pelo ponto de vista deles, e então eram levados junto aos corpos que não aguentaram a viajem. E logo liguei os fatos:
{-Estão cavando a própria cova! – disse ela sorrindo.
-Como? – perguntei pasma.
-Eles cavam a própria cova para serem enterrados, e quem não tem coragem de fazer isso, são simplesmente exterminados!
-Como assim? – perguntei mais pasma que antes.
-Exterminamos todos que não mais úteis, pela câmara de gás, depois cremamos os corpos.}
“Abaixei a cabeça e Chelle me puxou,  para voltarmos ao dormitório
-Vamos! – disse ela.
-Oque tem que ser feito para ser preso aqui?
-Qualquer coisa que Hitler não goste.
Tudo ali me enojava... Absolutamente tudo!
...
...
“Alguns dias se passaram, nada a fazer, apenas seguir ordens, até que um dia enquanto fazia meu trabalho de rotina fui pega pelos soldados e arrastada, para um lugar, onde nunca havia ido. Chelle tentou me ajudar, mas não obteve sucesso.
“A sala era grande, bege de chão madeira, um lustre enorme pendurado e estantes com livros e mais livros, umas poltronas em frente a lareira e com uma mesinha de centro entre elas, e uma mesa de trabalho, exatamente o tipo de sala que meu pai gostava, e lá havia uma foto dele.
“Na cabeira da mesa, lá estava Srª. Rose, sorrindo de orelha a orelha como se tudo ali a divertisse, oque de fato era verdade.
“No chão havia outra garota, que já a vira vagar pelo campo, mas nunca conversei com ela, amarrada e com a boca calada através de cordas.
-Senhora à trouxemos! – disse um do Soldados que me seguranvam.
- Hum sim! – disse ela sorrindo. – Mostre-a para mim!
-Sim senhora.
“Um dos rapazes me segurou e o outro abaixou minha calça, mostrando minhas partes intimas e a tocando-as com os dedos. E o outro levantou minha blusa e acariciou meus seios.
-É parece que ela está ótima, para uso! – disse o rapaz que verificava minhas partes intimas.
-Seus seios são firmes! – disse o outro.
“Ela me olhou, sorriu e voltou a falar.
-Ela é virgem? – perguntou ela mesmo sabendo a resposta.
“Então o rapaz, olhou para mim e sorriu, introduzindo os dedos em mim, com força, e cada vez mais rápido, me machucando.
-Não houve sangramento, parece que não é mais virgem! – disse o rapaz.
“Ela se divertia com a situação e ver minha cara de impotência, e Hold o cachorrinho de Rose, que me molestou, tirando minha virgindade, sorria maliciosamente e me olhava fixamente como se quisesse um pouco mais.
“Todos os presentes na sala me analisavam, analisavam... Discutiam sobre o assunto que eu não entendia, e por fim definiram oque fariam.
-Será o trabalho perfeito para ela! – disse Rose sorrindo para mim. – Podem leva-la.
“Os rapazes me amarraram junto a outra e me amordaçaram também, e nos duas fomos levadas, para um outro lugar, que era quente, abafado e onde havia várias outras mulheres.
-Novas amiguinhas pra vocês. – disse o soldado ao nos deixar.
-Vamos desamarra-las. – disse uma das mulheres, que parecia ser uma líder.
“E então fomos soltas, a menina junto a mim chorava, e eu não entendia, motivo de uma pergunta.
-Onde eu estou? – perguntei.
-Você não sabe? – perguntou a mulher pasma.
-Não! – afirmei.
-Te trouxeram a força?
-Sim! – afirmei novamente.
-Nojentos! – disse ela se levantando e estendendo a mão para mim. – Eu me chamo Karla.
-Loren!
-Eu gostaria de lhe disser para ser bem vinda, mas num lugar como este, não dá!
-E onde estamos?
-Em um bordel!”
Fechei o diário cansado, afinal já era 4 horas da manha e daqui 2 horas teria que levantar, tomei um chá, larguei o caderno no sofá e  fui para a cama!
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Capitulo 9 – Noites
Apesar do clima festivo, nada ali tinha que se comemorar...
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Top 5 Filmes "#FunHelloween"


   Bom gente hoje, eu vim aqui fazer um post com dicas de filmes para passar seu halloween, e para quem gosta de um terror divertido e engraçado, vai adorar as sugestões, que não podia faltar Tim Burton, que participou na produção de 4 dos filmes sugeridos. Espero que gostem:


5 - A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça

   A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (The Legend Of Sleepy Hollow) é um filme dirigido por Tim Burton, e foi vagamente baseado de um conto de Washington Irving. 
  A história se passa em 1799, quando um investigador é enviado para Sleepy Hollow para desvendar assassinatos misteriosos. Os moradores dessa tal cidade acreditam que o assassino seja um ex-combatente de guerra, que todas as noites sai a procura de sua cabeça perdida. Mas em meio a isso tudo o tal investigador se apaixona por Katrina, que o ajuda até o fim. #SérioValeMuitoAPena.




4- A Noiva Cadáver

  A Noiva Cadáver (Corpse Bride) outro filme dirigido por Tim Burton que foi baseado em um conto Russo-Judaico. 
   O filme é super divertido, com muita musica e aquele básico estilo do Tim Burton (que eu amo), a história conta sobre um Jovem que sem querer pede uma noiva morta em casamento, e nessa confusão ele é levado para o mundo dos mortos, para o tal casamento.






3 - Familia Adams

   A Familia Adams ( The Adams Family) que já foi seriado, desenho animado, musical, livro e milhoes de outras coisas que explodiram pelo mundo, com personagens criados por Charles Adams.
   Existem 3 filmes dessa família não muito tipica, que adora tudo oque "pessoas normais" teriam medo, e a cada membro da família tem seu tique de "esquisitice", deixando a cada momento a história mais involvente e engraçada.






2 - Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.

   Sweeney Todd ( The Demon Barber Of Fleet Street) é um musical, suspense, dirigido por Tim Burton, que foi adaptado de um musical da Broadway.
   A história é de BeiJamin Barker, um barbeiro que passou 15 anos fora de Londres, após ser obrigado a deixar sua filha e esposa. E quando ele retorna à Londres com cede de vingança, com o nome de Sweeney Todd, ele vai até sua antiga barbearia, que agora era uma loja de fazer tortas da Srª. Lovett e com o apoio dela ele começa sua trajetória de vingança ao Juiz Turpin, e até lá Sweeney vai matando seus clientes.






1 - O Estranho Mundo de Jack

  O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas) Animação, musical dirigido por Henry Selick, produzido e co-escrito por Tim Burton.
   Esse filme fala a história de Jack Skellington da "Cidade do Halloween", e cansado de todos os anos ele ser o rei das aboboras e de assustar a todos, do mesmo jeito. Entediado, ele sai a procura de algo novo, mas nada lhe vinha na mente, até ele achar o portal para a "Cidade do Natal", e fascinado pelo mundo do natal, ele tenta fazer de sua cidade um natal de horror, onde ele era o "Papai-Comeu".







Bom gente é isso ai, espero que tenham gostado!
Beijos e Abraços, Até mais!

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TOPlist " #FunHalloween "


 
   Olá gente, nesse dia de Halloween, nada melhor do que comemorar o dia, com muscas relacionadas a ele, então eu preparei uma lista de 10 musicas para você curtir o seu Halloween.
    Algumas musicas não falam exatamente sobre o Halloween, mas lembram um pouco e tudo o mais, acho que vocês iram curtir, e nessa lista com certeza não poderia faltar, "This Is Halloween" do filme do Tim Burton "O Estranho Mundo de Jack" e também a lenda Michael Jackson com "Thriller". Confira:

  1. Panic At The Disco - This Is Halloween
  2. Michael Jackson - Thriller
  3. Backstreet Boys - Everybody
  4. The Ramones - Pet Sematery
  5. Pitty - Memorias
  6. Kerli - Tea Party
  7. AC/DC - Highway To Hell
  8. 30 Seconds To Mars - The Kill (Bury Me)
  9. David Bowie - Magic Dance
  10. Rita Ora - R.I.P. ft. Tine Tempah





Bom é isso ai gente, espero que tenham gostado!
Beijos e Abraços; Até mais!
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Top 5 Clipes #FunHalloween


    Oie gente! Feliz Halloween!!!
   Bom como hoje é o Halloween, decidi criar algo um pouco diferente e também um pouco mais festivo, pois afinal Halloween é uma comemoração, um tanto diferente, mas é uma! (kkkkk)
    Então pra animar um pouco esse dia, eu separei 5 Clipes relacionados ao Halloween, pode não ser muito relacionado ao dia, mas com certeza lembra algo (acho q vocês entenderam!), bom deem uma olhada:


5º - The Cure - Lullaby

     A musica não é muito relacionada, mas o clipe é indiscutível, deem uma olhada!




4º - Kerli - Walking On Air

     Kerli uma cantora que sempre mostra em seus clipes uma pegada bem Tim Burton, sempre puxado ao gótico, mas também não seria atoa que ela participou da trilha sonora do filme "Alice In Wonderland" com a musica "Tea Party" que o clipe é incrível! Mas "Walking On Air" também não deixa a desejar, só falando de coisas "assustadoras" (kkkk).




3º - McFly - Transylvania

    "Transylvania" é um dos diversos clipes do McFly que são super elaborados, com caracterização, detalhes e efeitos, e com um clipe impecavel, eles trazem uma musica super divertida, criativa e original, que ao inves de falar sobre o Transylvania, eles contam sua história. Com uma musica muitooo envolvente.




2º - Backstreet Boys - Everybory

    "Everybory" é uma das musicas mais conhecidas da boyband mais conhecida, apesar da musica não ter muito a ver com o Halloween, o clipe é perfeitamente divertido relacionado aos seus horrores em uma mansão.




1º - Michael Jackson - Thirller

     A musica "Trillher" é uma lenda, por causa do seu clipe super elaborado, e o primeiro que fui produzido com uma história, em pouco tempo "Thirller" tomou o mundo e a todos, fazendo todos se soltarem em sua coreografia e seus passos zumbis.




Bom gente é isso ai, espero que tenham gostado, e Feliz Halloween!
Beijos e Abraços!


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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Cap. 6 – Intrusos (parte 2)



Capitulo 6 – Intrusos (parte 2)

Quando ele já tinha acabado com o seu divertimento, soltou um gemido de prazer que foi até contagiante, e então decidi acabar com a festa do garoto, liguei o abajur e surgir em frente a cama.
-Quem é você? – perguntou ele se sentando na cama e ainda com a mão no seu amigo.
-Não Rudy, não é a mamãe!
Saltei em cima dele e me divertir com seu corpo, seu fluxo de sangue estava rápido, oque me deixou com mais vontade de devora-lo, e fiz o mesmo que fiz com o garoto da estrada, não o matei, deixei, para que ele morresse por falta de órgãos comidos ou de dor, era divertido ouvir os gritos.
Assim que acabei com o Rudy, segui para o próximo.
Mas qual seria o próximo da família?
...
...
Decidi seguir as idades da família, então as próximas vitimas eram o casal feliz de jovens.
Andei pelo corredor como um humano, ainda lambendo os dedos lambuzados de sangue do Rudy.
Entrei no quarto tão de pressa que nem me viram, e então comecei a escalar a parede. Eles estavam tão envolvidos, com seus atos de amor que nem perceberam minha presença, altamente perceptível. Mas não quis adiantar o ato, então continuei a subir.
Já no teto, eu tinha uma vista privilegiada, e os observava, podia sentir o cheiro do sangue deles passando rapidamente por suas veias oque me deixava mais faminto.
Minha boca se encheu de saliva, de tanta vontade de devora-los,  e sem querer o sangue que ainda estava em minha boca começou a gotejar e minha saliva o acompanhou, caindo em cima da menina que logo abriu os olhos. E ao me ver soltou seu berro agudo, e eu sorri de prazer.
-Nossa, é tão grande assim? – perguntou seu namorado maliciosamente.
Saltei do teto, e o peguei o jogando contra a parede e ficando sobre o corpo dela.
Devorei seu namorado primeiro, ela assistia tudo de camarote, e gritava e esperneava, mas ninguém a ouvia, a não ser eu.
Não demorou muito e fui a vez dela e com ela eu quis me divertir mais.
Arranquei uma de suas mãos e passei pelo seu corpo ela se retorcia, e fui a esquartejando, ainda consciente, e depois que finalmente caiu no seu sono profundo comi seu corpo.
Seu sangue não era tão saboroso como o do irmão, mas servia, e seus órgãos eram bons e bem cuidados, que até fiz cerimonia para come-los, assim podia os apreciar.
E agora, quem faltava? O outro casal feliz? Não!
Andei silenciosamente e lentamente pelo corredor, como anteriormente, e entrei no quarto, sem querer me esconder.
Os dois estavam deitados, um virado para cada lado, e tentavam dormir, sem muito sucesso. Casal perfeito não?
Estava com preguiça de fazer alguma cerimonia ou diversão, então os matei rapidamente, mal houve gritos.
Depois desci para a sala e fiquei na imersão, sempre inexpressivo e fitando o chão!
As horas passavam, e o tédio se acumulava, e oque eu poderia fazer? Permaneci lá por mais algumas horas, e depois fui caminhar pela casa.
Já estava amanhecendo, e o sol já se infiltrava na casa, e não me surpreendi com o que vi. Os objetos pessoas deles haviam sumido, como os de minha família, e os corpos não existiam mais e as machas de sangue ainda se recolhiam até sumirem sem deixar marca alguma.
E como eu havia imaginado, aquela casa tinha mais conexão com o sobrenatural do que eu mesmo.
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Capitulo 7 – O jogo
Em alguém ai?
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Cap. 6 - Bread



Capitulo 6 – Bread

Com certeza ela estava bolando mais alguma morte e estava me evitando por algum motivo, e mesmo que eu tentasse descobrir, eu não conseguia descobrir, mas mesmo assim não foi muito necessário, pois uns dias depois eu fui convidado à participar:
“Oi Renan,
Te espero as 9 em casa, entre pela porta dos fundos, e seja discreto, cuidado para não ser visto, pelo nosso convidado especial!
Beijos, até mais tarde!”
Disse ela na mensagem.
E mais uma vez eu estava me metendo em mais uma limpeza e despacho de defunto.
...
...
Como combinado, as 9 horas da noite, fui para a casa dela, ente cuidadosamente pela porta dos fundos, a casa aparentemente estava fazia, mas mesmo assim fiquei parado esperando algum sinal, foi então quando, ouço a porta da frente abrir.
Me debrucei no balcão da cozinha e espiei para ver oque estava acontecendo, olhei os dois aos beijos, dessa vez era um garoto, mas não pude reconhece-lo.
-Nossa você está muito gostosa! –disse o garoto com uma voz conhecida.
-Então aproveite!
-Vamos para seu quarto! – pediu ele.
-Hum! Tenho uma ideia melhor! – disse ela, agora um pouco mais animada. – Sente-se no sofá e feche os olhos!
Não demorou muito e ele obedeceu como um cachorrinho, ela ficou de pé em sua frente, e de sua calça, puxou um punhal, ela o acariciou por um tempo e então veio a diversão!
-Morra!!! – gritou ela.
Com força e raiva ela o apunhalava, varias facadas uma seguida da outra, o sangue espirrava, lavando o chão e a banhando, até ela decidir mata-lo de vez com uma facada em seu coração.
Me aproximei deles e ele estava imóvel no sofá dando seus últimos suspiros, e ela toda suja de sangue sorria.
-Luna!
-Oi Renan!
-Não podia ser menos cruel, por que não uma única facada no coração?
-Morte sem sofrimento, não tem graça!
Ficamos de olho nele até eu decidi falar algo.
-Vamos despacha-lo logo!
-Aham, vou pegar minhas coisas.
Ela fui para o quarto e pegou uma bolsa, a largou no carro e depois me ajudou a levar o corpo, que ainda agonizava.
-Para onde? – perguntei ao estrar no carro.
-Mesmo lugar que antes, só um pouco  mais longe!
Fui dirigindo o carro, pelas as estradas rapidamente, para que não fica-se muito tarde, e ela tentava tirar as machas de sangue do dedos.
-Quem é ele? – perguntei.
-Bread!
-E porque ele?
-Estava sem opções!
-Matando sem motivo agora?
-Acho que sim!
Ao chegarmos a lugar bem afastado, paramos o carro na beira da estrada, e deixamos o corpo à uma certa distancia da estrada. E ao voltamos encostamos no carro e ficamos olhando as estrelas e a lua.
-Temos que tomar cuidado com essa matança! – disse.
-Temos?
- É temos! Eu e você! – disse irritado. – A cidade é pequena e não vai demorar muito para sermos descobertos.
-Relaxa, eu estou tendo cuidado!
Ela me beijou e sorriu para mim.
-Você fica tão fofo assim! – ela me largou e voltou para o carro me esperando.
Dali fomos direto para a casa dela e deixamos o carro, e depois fomos para a minha a alguns quarteirões da dela!
E então tomamos um banho e fomos para a cama juntos, como nas noites passadas.
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Capitulo 7 – Provas
Calma, é isso que precisamos.
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Cap. 7 – Leis e Leis



Capitulo 7 Leis e Leis

-Eu sou judia!
-E porque isso é um pecado?
-É oque eles dizem, que somos pecadores, e devemos pagar com a morte, para podermos ser pessoas melhores!
-Quem diz isso? – perguntei pasma.
-O nazismo!
-Desculpa, mas não posso aceitar essa ideia! Ela é tão doentia e anormal. E afinal quem é capaz de julgar alguém?
“Michelle olhou pra mim com olhos arregalados e me encarou.
-Mas essa é a lei!
-Mas eu não sou obrigada a segui-la, nem concordar com isso.
“Chelle sorriu pra mim e o devolvi, com um olhar contagiante. Ela pegou em minha mão e me levou do abrigo a fora.
-Venha, vou lhe falar como as coisas funcionam.
...
...
“Eu e ela saímos do abrigo e fomos para o grande espaço devastado a frente, ela andava delicadamente e pausadamente, e olhava para todos os lados, vendo se alguém a visse cometer algum “crime”.
“Lá comida e bebida era algo totalmente escasso, e oque era os maiores dos sofrimentos para os prisioneiros.
“Ondamos, mais um pouco, até chegar a um portão grande de metal, verde, que foi aberto e diversas pessoas entraram, os soldados a cercavam e as isolavam.
-Ah não!! – disse Chelle recuando alguns passos.
-Oque foi? – perguntei.
-De novo!
-Oque?
-A seleção, você não vai querer ver isso! – ela me puxou para trás, mas eu recusei.
-Não! Eu verei! – retruquei. – Seleção do que?
-De prisioneiros! Aqui eles separam os uteis e os inutilizáveis, os com saúde e os doentes, os jovens e os velhos, e somem com os que não são selecionados a nada.
-Somem?
-Sim, eles nunca mais são vistos!
“Eu olhava toda a cena atenta e ela se escondia atrás de mim, e então a seleção se iniciou!
“Crianças eram tiradas dos colos dos familiares e levadas, cada um para seu respectivo grupo, e outras eram simplesmente descartadas como os não selecionados. Eu ouvia o berro e o chora das crianças, e sentia a dor da agressividade que sofriam. Os soldados os direcionavam com bastões e aquele que saísse da direção era levado ao rumo novamente, com uma simples pancada de bastão.
“E logo foram mulheres, sem o mínimo de respeito, eram apalpadas, para ver suas condições físicas, mas a dor nelas eram um pouco menos expressivas, umas se debatiam, outras já se calavam e aceitavam tudo.
“Os homens eram deixados por último, mas eles não eram nem de longe os mais fortes, como sempre ditos, os mais fiéis rezaram aos prantos e os outro simplesmente choravam e os que ainda tinham familiares tentavam se consolar um ao outro.
“A seleção era demorada e bem cruel, tratavam eles como animais, nem animais, como se fossem lixo.
“E por ultimo restou o grupo dos “inúteis” que não estavam servindo para nada, pelo ponto de vista deles, e então eram levados junto aos corpos que não aguentaram a viajem. E logo liguei os fatos:
{-Estão cavando a própria cova! – disse ela sorrindo.
-Como? – perguntei pasma.
-Eles cavam a própria cova para serem enterrados, e quem não tem coragem de fazer isso, são simplesmente exterminados!
-Como assim? – perguntei mais pasma que antes.
-Exterminamos todos que não mais úteis, pela câmara de gás, depois cremamos os corpos.}
“Abaixei a cabeça e Chelle me puxou,  para voltarmos ao dormitório
-Vamos! – disse ela.
-Oque tem que ser feito para ser preso aqui?
-Qualquer coisa que Hitler não goste.
Tudo ali me enojava... Absolutamente tudo!
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Capitulo 8 – Bordel
Me analisavam, analisavam...
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Cap. 5 - Intrusos



Capitulo 5 – Intrusos

Ele devia ter mais ou menos uns 12 ou 13 anos, até que tinha um corpo bonito, atlético, mas aquilo pouco me importava, abri seu corpo com ele ainda vivo e fui o comendo, até que morresse aos berros de dor, por estar sendo comido, seus órgãos eram muito gostosos, saudáveis!
Depois de dilacerar o corpo do pobre garoto, joguei o resto no mato, para os animais de plantão, e segui em minha caçada.
A alguns metros dali, matei mãe e filha que colhiam flores no campo, e com certeza as duas eram bem saborosas, principalmente a filha.
Depois de comer e saciar minha fome, ainda sentia necessidade de matar e degustar mais corpos, mas não queria, quis simplesmente voltar para casa e me confortar em um canto qualquer.
...
...
Alguns messes depois da minha breve caçada, a casa foi vendida e em breve moradores novos chegariam.
Não demorou muito e eles chegaram, provavelmente para passar as férias de final de ano, eu me escondia, só para observar, aos poucos a casa foi se enchendo com mais objetos, mas eram poucos, resumiam só a objetos pessoas, pois a casa já havia mobilha.
A família não era muito grande, mas era saborosamente agradável, a mãe não passava dos 30, loira de olhos claros, o pai devia ter uns anos a mais que a mãe, e era alto com cabelos negros. Eles tinham dois filhos, uma menina e um menino, o garoto era Rudy, com 10 anos de idade, olhos verdes, pele levemente pálida e com cabelos negros como os do pai. Já a menina devia ter uns 16 anos, e estava sempre acompanhada de seu namorado Drake, Lisa era alta, corpo esbelto, pele igual a do irmão, olhos mais azulados, e cabelos compridos ondulados loiro médio.
A família se infiltrava na casa como se realmente fossem donos do local, mas com certeza não eram e com certeza aquela felicidade não duraria muito.
Os observava, com sede de morte, a cada momento passado, mais eu queria mata-los, Rudy deitava-se na cama todas as noites e ficava lendo algum livro, ainda infantil, até lhe dar sono e as vezes, em algumas noites se estimulava por debaixo das cobertas.
Lisa e Drake, dormiam juntos no mesmo quarto, e quase toda noite era uma festa para os dois, geralmente eles iam dormir toda noite as 3 horas da manha, só se pegando na cama.
Os pais, mal se falavam, entre quatro paredes o relacionamento deles, era mais morto do que uma folha ressecada em dias de inverno. Os dois mal se olhavam nos rostos e ainda insistiam em algo. E fora dali eram os pais perfeitos, unidos e protetores, e agiam como se nada tivesse acontecendo.
Eles vistos, por olhares básicos mal chegavam perto de uma família perfeita.
Deixei as coisas rolarem por mais algum tempo, até a matança começar.
Em uma madrugada Rudy estava vendo filmes de terror, na sala, ele mal olhava a tv de tanto medo, era a oportunidade perfeita!
Desliguei os abajures com o pensamento e os liguei novamente, ele olhou em volta, mas nada viu, depois desliguei a televisão e tornei a liga-la e depois a sala caiu no breu, e o garoto só observava sem se mexer, e quando todo voltou a ligar ele me viu em frente a televisão com um sorriso largo, tornei a desligar tudo, e a ligar, mas eu não estava mais lá.
Rudy não acreditou, pensou que fosse o medo ou o excesso de cansaço, então desligou tudo e fui para o quarto, e eu o acompanhava pelo teto, al chegar no quarto ele pegou o livro que estava lendo e deitou na cama para ler, antes de mata-lo decidi me divertir.
Desliguei o abajur e o liguei novamente, ele sentou-se na cama, para observar em volta, mas nada viu, repeti o ato, mas dessa vez ele teve uma reação.
-Quem está ai? – perguntou ele.
Não respondi, e preferi ficar o observando.
-Essa casa deve estar com problemas elétricos, só pode! – flou ele para si.
Ele se deitou novamente, mas dessa vez largou o livro e desligou o abajur, ele virava de um lado para o outro na cama e então decidiu se divertir um pouco, se estimulando, com as mãos, e aos poucos ele fui se entregando ao prazer esquecendo de tudo.
-Rudy! – chamei.
Ele parou por um momento, e perguntou:
-Mãe? – mas ele não obteve resposta.
Esperou mais alguns minutos e voltou a dar prazer para si mesmo.
Quando ele já tinha acabado com o seu divertimento, soltou um gemido de prazer que foi até contagiante, e então decidi acabar com a festa do garoto, liguei o abajur e surgir em frente a cama.
-Quem é você? – perguntou ele se sentando na cama e ainda com a mão no seu amigo.
-Não Rudy, não é a mamãe!
Saltei em cima dele e me divertir com seu corpo, seu fluxo de sangue estava rápido, oque me deixou com mais vontade de devora-lo, e fiz o mesmo que fiz com o garoto da estrada, não o matei, deixei, para que ele morresse por falta de órgãos comidos ou de dor, era divertido ouvir os gritos.
Assim que acabei com o Rudy, segui para o próximo.
Mas qual seria o próximo da família?
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Capitulo 6 – Intrusos (parte 2)
Casal perfeito não?
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