domingo, 12 de agosto de 2012

Capitulo 66- Entrevistas



Capitulo 66- Entrevistas

Larguei o notebook e deitei na cama e esperei o sono me tomar, e quando eu fui acordar era 10 horas da noite, havia dormido muito.
Levantei da cama, tomei um banho e decidi dar uma volta pela cidade, coloquei uma roupa um pouco mais estilosa, para não destoar muito do restante, logo estava pelas ruas caminhando.
Fiquei maravilhado com a vista, era tudo tão diferente, as pessoas, o ar, enfim, tudo. Tudo que olhava admirava e registrava tudo na minha cabeça.
...
...
A cidade brilhava sob a escuridão dos céus, luzes se espalhavam por todo lugar, animando a noite, as ruas eram calmas e tranquilas, não era muito barulhento, os postes que iluminavam o caminho criavam sombras imensas nas paredes das casas, algumas clássicas e antigas e outras modernas.
O ar era limpo e refrescante, e aos poucos se tornava gélido, decidi ir a algum barzinho, então liguei meus olhos em busca de algum que me chamasse a atenção, não demorou muito, e logo achei um lugar.
Sua fachada era clássica com detalhes de época, mas s luzes roxas nos pilares quebravam o ar de antiguidade, o nome do barzinho estava escrito em prata numa placa preta oval, que estava fixada a parede de fachada, luzes azuis saiam de trás da placa e um holofote iluminava o logo que estava na placa.
Um pouco acima do nome dava para ver o segundo andar, que tinha janelas enormes que pegavam toda a fachada, só abrindo espaço para as pilastras, através dos vidros se via pessoas dançando e se divertindo com musica. Grandes coqueiros se erguiam do asfalto até alcançar o segundo andar, e neles haviam luzes amarelas.
Entrei e deixei meus olhos percorrerem pelo lugar, lá dentro o moderno e o antigo se misturavam, como oque acontecia por toda a cidade, no térreo , era um ambiente mais sossegado, propicio para conversar, no meio do salão havia uma escada de vidro que levava até o andar superior, as mesas eram de vidro com pernas de metal preto, como era nas cafeterias, o balcão era de madeira marrom e acima dele ficava um jogo de luzes o iluminando. Nas paredes estavam papeis de paredes bem clássicos e algumas possuíam espelhos enormes.
Fui até o balcão e logo uma mulher me atendeu, loira de olhos azuis, com uma camisa branca do uniforme.
-Oque você gostariam meu jovem? –perguntou ela me encarrando.
-Queria algo para beber, mas nada muito forte, oque me recomenda?
-As batidas com frutas, elas são mais suaves e saborosas, ou se preferir um simples vinho!
-Vou ficar com a batida mesmo! – disse sorrindo. – Prepare pra mim uma de morango.
-Pode deixar, eu mesma vou preparar.
A mulher se virou e começou a preparar a bebida e enquanto a fazia, dançava conforme o ritmo da musica, logo ela acabou e me entregou o copo.
-Aqui está garoto!
-Obrigado, você teria um canudo?
-Canudo?
-É.
-Não pedem muito isso por aqui. – falou ela entregando o canudo para mim.
-Obrigado.
Ela se encostou no balcão e ficou me olhando, e eu observava o salão que não estava com muita gente, e então puxei assunto com a moça.
-Aqui é sempre parado assim?
-Não, é que você está adiantado; geralmente começa a encher depois das 11:30.
-Ah.
-Você é daqui?
-Não, porque?
-Percebi pelo sotaque, é de onde?
-Brasil, vim a trabalho.
-Hum, seja bem vindo então.
Ela pegou um pano e passou de leve no balcão. E logo voltou a falar comigo.
-Bonito desse jeito, deve ter uma namorada, não é?
-Namorada não! – respondi sorrindo.
-É solteiro?
-Não, sou noivo, vou me casar em setembro.
-Nossa mas assim tão jovem?
-Encontrei a pessoa certa.
-Desejo felicidades a vocês! – disse ela com um tom um pouco desaminado.
Aos poucos a casa foi se enchendo, não demorou muito e minha batida acabou e então decidi visitar o piso superior.
Que não era muito diferente do primeiro, as únicas diferenças eram as poucas mesas e que havia um palco para o DJ, o bar era eclético mas as musicas sempre alternavam entre pop e o rock. Fiquei dançando sozinho mas de repente me enturmei com um grupo de jovens e levei algumas cantadas das meninas, mas não liguei para elas. Desci novamente e fui para o balcão e peguei mais uma batida, depois mais, depois outra e sempre dançando.
Quando cheguei era umas 2 horas e fui tomar um banho e logo deitei na cama exausto.
Fui acordado as 8 horas com meu celular tocando, era uma das secretária da revista.
-Pois não? – falei ao atender.
-Sr. Felipe? – perguntou a mulher.
-Sim!
-Marcamos uma entrevista para você hoje as 11:30, pode ser?
-Claro pode!
-Ok, tenha um bom dia!
-Obrigado, igualmente.
Desliguei o celular e desabei na cama cansado e exausto, mas decidi me animar então fui tomar um banho. E depois pedi um café da manha pelo serviço de quarto e esperei vendo desenho na tv.
Não demorou muito e chegou meu café da manha, um cappuccino e um waffle com chocolate.
Esperei dar o horário, e pedi um taxi, e fui para a entrevista.
Eram sempre as mesmas coisas, nunca saia daquilo, mas fazia parte do meu trabalho.
...
...
Capitulo 67 – Ligações
Tentei ligar para ela mas sempre caia na caixa postal ou não completava a ligação.
Continua...
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Break Face - Preparativos.


     Já começaram os preparativos para as postagens das páginas do "For You" e uma delas é o Break face, de uma olhada: 

     O primeiro Break Face será comigo, mas para que ele aconteça, preciso de perguntas de vocês, me mandem suas perguntas, duvidas ou curiosidades, mas nada de perguntas obvias ou comuns, usem  a imaginação e coloquem muita criatividade, façam perguntas inesperadas e não tenham vergonha em perguntar.
      Vocês poderão mandar suas perguntas para:
     Obs: Em redes sociais coloquem (#breakface) para poder participar.
     
     As perguntas serão selecionadas e respondidas por mim, e depois postadas. Só poderão enviar até a próxima Quarta-Feira (dia 15), então bora lá gente, não tenham medo e muito menos vergonha e mandem suas perguntas!

Beijos e Abraços, Até a próxima.
@CaioBigliazzi




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Novas Webs chegando!


    Nothing Feelings -   "Lewis fica imersos em pensamentos, após a perda do seu primeiro amor, e assim acaba entrando em conflito consigo mesmo e se tornando uma pessoa, completamente fria e sem vida. E ele descobre o quão terrível e miserável é seu outro lado, o lado sem compaixão e sentimentos bons!" 
(Sem previa de lançamento)


       Meath, O garoto demônio. -    "Meath, um garoto que foi abandonado por seus pais em uma antiga casa mal assombrada, aos quatorze anos, descobre a realidade de outro mundo, através de almas que conhece na casa onde foi deixado, e durante diversos anos sozinho na casa, ele foi agredido e maltratado por forças obscuras e chegou ao ponto de nem saber mais se está vivo ou morto. Mas com o passar do tempo a casa volta a ser ocupada e ele acaba sendo descoberto pela nova moradora."
(Lançamento previsto para outubro de 2012)

Beijos e Abraços, Até mais!
@CaioBigliazzi




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sábado, 4 de agosto de 2012

31.000 Visualizações


Haha alcançamos mais 1.000 visualizações, graças a vocês seus leitores LINDOS! kkkkk
OBRIGADO POR VISITAREM O BLOG!


Beijos e Abraços, até mais!
@CaioBigliazzi

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Capitulo 65 – Londres



Capitulo 65 – Londres

“Passageiros do voo 504, com destino a Londres, por favor se dirigir a até a área de embarque!” anunciaram novamente os alto falantes.
-Eu Te Amo! – disse dando um beijo na sua testa.
Depois me ajoelhei e acariciei sua barriga, vários olhos nos flecharam.
-Arthur o papai Te Ama Muito, e em breve estarei de volta, papai Te Ama. –lagrimas surgiram nos meus olhos dei um beijo na barriga dela e depois a acariciei, e senti um leve chute e dei mais um beijo. –Eu Te Amo Arthur.
Me levantei novamente e beijei a Aline.
Peguei minhas malas e fui saindo, mas antes dei um abraço nela, e então segui para a área de embarque, Aline ainda me olhava e eu as vezes voltava os olhares para trás para vela.
A partir dali não a veria por uma semana...
...
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Sentei no meu acento reservado no avião, e olhei a janela, ainda podia ver a pista de voo, mas em instantes já estava no alto. Abri o livro que havia levado, para me distrair. Continuei lendo até chegar ao Heathrow, o aeroporto de Londres, eu já estava quase no fim do livro mas deixei os últimos capítulos para mais tarde.
Desembarquei e peguei minhas bagagens , chamei um taxi e fui direto para o hotel que haviam me falado que iria ficar, ao chegar na recepção falei com uma loira que ficou me encarando.
-É por favor, tenho uma reserva de quarto aqui!
-Seu nome?
-Felipe Shillans.
-Ah sim a modelo da tal revista?
-Isso! – disse sorrindo.
-Aqui está! – disse ela me dando o cartão da porta e me entregando alguns folhetos. – Seja Bem vindo! Logo levaremos suas bagagens.
-Obrigado.
Fui para o elevador e apertei o botão do decimo andar, meu quarto era o 1024, andei um pouco pelos corredores enormes e largos, até que acabei encontrando. Passei o cartão na porta e a luz verde se acendeu, liberando a entrada. O quarto era claro, com paredes brancas e uma cama de casal grande, logo a direita ficava o closet e a porta do banheiro. Tudo tinha uma cor rustica, mas continha várias coisas interessantes, um frigobar, televisão, rádio, dvd e um Xbox. Deitei na cama, estava cansado, da viajem, queria dar uma descansada, mas logo tive que levantar para abrir a porta.
-Serviço de quarto! – disse um rapaz.
-Sim? – falei ao abrir a porta.
-Trouxemos as bagagens!
-Ah sim! Coloquem no closet por favor!
Ele e mais um garoto levou tudo para o closet.
-Obrigado. – falei.
-Desponha, se precisar de algo, é só chamar pelo telefone!
-Uhum.
Assim que saíram, tranquei a porta e me joguei na cama novamente, meu celular começou a vibrar e trocar no bolso, logo lembrei da Aline, será que ela já havia chegado em casa? Olhei o visor e eu tinha 3 mensagens
1ª mensagem, que era da operadora:
“Você recebeu 5 ligações perdidas da Aline.”
2ª mensagem, da Aline:
“Amor cheguei em casa! Está tudo bem! Quando chegar me avise!
Beijos, Eu Te Amo.”
3ª Mensagem, da Aline:
“Amor já chegou?”
Peguei o celular e tentei ligar para ela, mas o sinal era péssimo e toda hora caia o sinal, depois de várias tentativas, entrei na internet pelo Wi-Fi do hotel, e mandei um mensagem para ela:
“Amor...
Cheguei e está tudo bem, já estou até no hotel.
O sinal do meu celular, aqui é horrível, ou seja ligações aqui não vai dar certo! Me mande e-mails e nos falamos por msn.
Agora vou dar uma cochilada, pois estou muito cansado.
Beijos Amor, Eu Te Amo.
Felipe S.”
Larguei o notebook e deitei na cama e esperei o sono me tomar, e quando eu fui acordar era 10 horas da noite, havia dormido muito.
Levantei da cama, tomei um banho e decidi dar uma volta pela cidade, coloquei uma roupa um pouco mais estilosa, para não destoar muito do restante, logo estava pelas ruas caminhando.
Fiquei maravilhado com a vista, era tudo tão diferente, as pessoas, o ar, enfim, tudo. Tudo que olhava admirava e registrava tudo na minha cabeça.
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Capitulo 66- Entrevistas
Eram sempre as mesmas coisas, nunca saia daquilo, mas fazia parte do meu trabalho.
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Continua...
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Capitulo 64 – Voo




Capitulo 64 – Voo
Me despedi da Carol e logo voltei para casa, e como combinado na tarde seguinte levei o passaporte para ela, e depois de alguns dias ela me liga, avisando que a passagem, já havia chegado, e quando fui pega-la, Carol me passou todas as informações necessárias, e agora era só esperar o dia do voo.
...
...
Uma noite antes do voo, depois determinar de arrumar as malas. Eu e a Aline tomamos um banho e fomos para a cama.
-É amanha que é voo, não é amor? – perguntou ele olhando nos meus olhos e acariciando minha nuca.
-É amanha sim!
-Eu vou sentir muito a sua falta.
-Também vou, minha linda, ficar longe de você é horrível!
-Mas é por uma boa causa.
-É.
-Promete que vai pensar em mim todos os dias?
-Mas é claro amor, eu vou pensar em você todos os dias, todas as noites, todos os momentos, todas as horas, minutos e segundos, eu sempre vou pensar em você! E sempre vou te amar, até que meu coração pare de bater. Eu te prometo.
-Ooh seu fofo! – disse ela sorrindo e me deu um selinho.
-E você vê se não me esquece!
-Pode deixar, nunca vou esquecer de você!
-Hum bom mesmo!
-Você vai me ligar? Me mandar mensagem, e-mail ... O que for?
-Prometo mandar todos os dias!
Ficamos um tempo em silêncio, e depois ela resolve quebra-lo:
-Quem vê pensa que vamos ficar décadas sem se ver!
-Mas 1 segundo longe de você é uma eternidade. Praticamente será uma década!
-Vou sentir muito a sua falta.
-Eu também, sentirei sua falta, falta do seu amor, carinho, sua voz, seu cheiro, seu corpo, sua boca macia, dos seus beijos leves... Sentirei falta de estar ao seu lado...
-Ainda bem que só uma semana.
-Que será longa...
-Mas vamos parar, vamos aproveitar esse tempo que temos juntos.
-E oque você sugere?
-Uma brincadeira, bem divertida... – ela deu um sorriso malicioso. – Bem inocente.
-Hum sei! Bem inocente?
-É; super inocente.
-Aline você não me engana garota! Vem cá! – disse sorrindo maliciosamente.
Ela sentou-se no meu colo e eu me levantei da cama e minha boca se encontrou com a dela, a agarrei pela cintura e ela afagava minhas costas e minha nuca, me deixando arrepiado, da cabeça aos pés. Com selinhos desci até seu peito e depois voltei para sua boca, a deitei novamente na cama e fiquei sobre ela. Acariciei sua barriga ela ainda afagava minhas costas.
Nossos beijos eram molhados, delicados e viciantes, comecei a acaricia-la e ela sorria a cada toque meu, ela estava sem nada nas pernas, oque me deixo mais animado e acariciei sua cocha. Ela com as mãos pequenas e leves acariciava meu peito e minha barriga, que estavam descobertos.
Tirei a regata dela e com a boca abaixei uma das alças do sutiã, com uma das mãos o abri e com a outra continuei a pega-la, cada minuto que passava nossos beijos ficavam mais intensos, a Aline abriu o cinto e o botão da calça e olhou para mim mordendo o lábio inferior, dei um selinho nela e mordi seu lábio também, e depois caímos em mais beijos.
Tirei a calça e mais caricias surgiram, até...
...
...
Na manha seguinte, acordamos as 6 horas  e fomos tomar o café da manha, estávamos calados e quietos, enquanto comíamos demos alguns beijos e trocamos caricias. Depois de terminar, ajeitamos tudo como sempre e depois fomos nos arrumar, tomamos nossos banhos e colocamos roupas limpas, e eu chamei um taxi.
Enquanto esperávamos a chegada dele, ficamos sentados na sala abraçados e ficamos vendo desenho, quando o taxi chegou levei as malas para o porta mala, e antes de ir me despedi do Luke.
-Tchau garoto, cuida bem da casa!-ele deu um latido como resposta.
Fechei a porta e entrei no carro, o taxi nos levou até o aeroporto, e eu a Aline ficamos abraçados a viajem toda e de mãos dadas um com o outro, sem dizer uma única palavra.
Quando chegamos no aeroporto, o voo estava atrasado, e enquanto esperava ficamos abraçados, sentindo um ao outro!
Logo escutamos nos alto falantes:
“Passageiros do voo 504, com destino a Londres, por favor se dirigira até a área de embarque!”
-Amor é meu voo! – disse a ela.
-É chegou a hora. – disse ela triste.
-É chegou.
-Se cuida tá bom?
-Se cuida também. Se acontecer alguma coisa me avisa, que eu venho de qualquer jeito para cá.
-Uhum.
Nos abraçamos e demos um beijo forte e reconfortante, e acabamos chamando atenção de algumas pessoas.
-Eu Te Amo Muito Aline!
-Eu também Te Amo Muito Felipe!
-Assim que chegar em casa me avisa!
-Pode deixar.
“Passageiros do voo 504, com destino a Londres, por favor se dirigira até a área de embarque!” anunciaram novamente os alto falantes.
-Eu Te Amo! – disse dando um beijo na sua testa.
Depois me ajoelhei e acariciei sua barriga, vários olhos nos flecharam.
-Arthur o papai Te Ama Muito, e em breve estarei de volta, papai Te Ama. –lagrimas surgiram nos meus olhos dei um beijo na barriga dela e depois a acariciei, e senti um leve chute e deu mais um beijo. –Eu Te Amo Arthur.
Me levantei novamente e beijei a Aline.
Peguei minhas malas e fui saindo, mas antes deu um abraço nela, e então segui para a área de embarque, Aline ainda me olhava e eu as vezes voltava os olhares para trás para vela.
A partir dali não a veria por uma semana...
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Capitulo 65 – Londres
Fiquei maravilhado com a vista, era tudo tão diferente, as pessoas, o ar, enfim tudo...
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Capitulo 63 – Passagens



Capitulo 63 – Passagens

-Tive uma proposta de trabalho fora do pais, mas não quero deixar a Aline sozinha e nem o bebe.
-Bebe? –perguntou ele confuso.
-É o Arthur, meu filho!
-Nossa! Você já é pai?
-Sou! – disse rindo, pelo seu tom de voz.
-Bom, pelo menos, sei que será um bom pai!
-Porque?
-Você ... É ... É uma pessoa incrível.
-Hum, você também é! – disse a ele bagunçando seu cabelo.
-Acho que você deveria ir, afinal é seu trabalho, e eu sei que eles ficaram bem aqui!
-Hum é também acho. – parei um pouco e pensei – É eu vou sim!
-Isso ai!
Eu e o Bruno ficamos sentados por um bom tempo só conversando e brincando, e logo começou escurecer, então eu fui obrigado a ir até a redação.
...
...
Ao chegar na redação as portas automáticas se abriram e quando viram eu entrar, foi como se paralisa-se o prédio, alguns fixaram seus olhos em mim, outros olharam e logo disfarçaram, afinal fazia mais de dois messes que não ia para lá. E com certeza ficaram surpresos com meu surgimento repentino.
Me dirigi para a recepção, logo a mulher que gostava de mim, que eu não recordava o nome, abriu um largo sorriso e a outra só me olhou e fingiu que eu não existisse.
-Por favor, avisa a Carol que o Felipe quer falar com ela.
-Eu acho que a Dona Carol, está avaliando um editorial agora!
-Sem problemas, só mande o recado!
-Esta bem, irei comunicar a secretária.
A outra recepcionista me olhou com uma cara de desgosto, e então não perdi tempo.
-Sabe sorrir um pouco não faz mal, e você tem o rosto bonito, não precisa ficar com a cara fechada!
A recepcionista deu um leve riso e voltou para o telefone, e a outra envergonhada com oque eu disse, sorriu e tentou esconder o rosto.
-Beijo gente! – disse saindo. – E obrigado!
-Até mais Felipe! – respondeu a atendente que estava comunicando a secretária da Carol.
Perambulei pelos corredores e fui até a parte do prédio, onde eram feitos os editorias, lá estava uma correria, algumas modelos ainda arrumavam os cabelos e faziam as maquiagens, outras colocavam as roupas, o fotografo arrumava a iluminação e ajustava a maquina, Carol estava lendo algum roteiro do editorial e via se estava tudo nos seus conformes. Fabinho, analisava cada detalhe nas roupas das meninas vendo se estava tudo certo, as vezes ele tirava algo, ou acrescentava.
Eu me aproximei da confusão oque fez todo mundo parar, Fabinho surpreso ficou imóvel e todos a volta me olhavam curiosos, Carol parou de olhar o roteiro e  notou o silêncio repentino no ambiente.
-Oi gente. – disse a todos – Carol vim falar com você!
-Felipe? Mas que surpresa, não precisava ter vindo pessoalmente! – disse ela se virando.
-Quis matar a saudade daqui!
-Hum. – disse ela sorrindo. – Vamos até a minha sala?
-Vamos!
Carol largou o roteiro na bancada de acessórios e depois se dirigiu até a mim, fomos andando em silêncio até a sala dela e todos me olhavam com olhares curiosos,
Ao entrarmos na sala dela, ela entrou e se sentou olhou para mim e sorriu.
-E então?
-Carol, pode contar comigo na viagem!
-Decidiu aceitar?
-Sim, quero participar do editorial em Londres!
-Uhum, pode deixar já irei avisa-los e já entrarei em contato com você.
-Tudo bem! Vai precisar de algo?
-Passaporte, você tem?
-Tenho, amanha eu lhe trago.
-Tudo bem. – ela deu um pausa. – E o livro?
-Está ótimo, estou na metade.
-Ótimo, então nos vemos amanha?
-Sim, pode deixar!
-Desculpa é que hoje, isso está uma loucura.
-Como sempre!
-Exatamente!
Me despedi da Carol e logo voltei para casa, e como combinado na tarde seguinte levei o passaporte para ela, e depois de alguns dias ela me liga, avisando que a passagem, já havia chegado, e quando fui pega-la, Carol me passou todas as informações necessárias, e agora era só esperar o dia do voo.
...
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Capitulo 64 – Voo
A partir dali não a veria por uma semana...
...
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Capitulo 62 – Amiguinho



Capitulo 62 – Amiguinho

Coloquei tudo sobre a mesa e sentamos para comer, e enquanto comíamos conversamos um pouco, até chegar no assunto da viajem:
-E então você decidiu? – perguntou a Aline.
-Ainda não sei.
-Vai ser ótimo pra você, para sua carreira ...
-Eu sei...
-E então? Vai?
Ficamos em silêncio por um tempo e logo quebrei o silêncio:
-É... Aline hoje nos temos que voltar!
-Por que?
-Eu tenho que resolver esse negócio da viajem.
-Você vai? – perguntou ele animada.
-Acho que sim! – afirmei sorrido, por causa da Animação dela.
...
...
Tiramos a mesa do jantar, lavamos a louça juntos, e voltamos para o quanto. Antes de arrumar as malas ou até mesmo a cama. Resolvemos compartilhar nosso amor um com o outro.
A peguei no colo e a coloquei a cama, fiquei sobre ela, e em meio a beijos e carinhos Aline tirou minha camiseta e afagou meu peito e eu passei minha mão por debaixo de sua blusinha e acariciei ela. Minha mão passava da cintura e logo subia para a barriga e logo descia até a sua coxa. Encaixei nossos corpos e com as pernas ela travou meu corpo, me trazendo pra mais perto dela.
Tirei a sua blusa e comecei a lhe dar vários selinhos, soltei seu sutiã e abaixei uma das alças e com selinhos o acariciei. Voltei para os lábios da Aline que me olhava com olhares fixos, felizes, brilhantes e prazerosos. Nossos lábios se tocaram, e tudo oque eu desejava era ela.
...
...
Depois arrumamos a cama e as malas e cada um foi tomar um banho, como a Aline foi primeiro, levei as malas para o carro e as coisas do Luke, e também já coloquei Dino no seu devido lugar.
Ao voltar, Aline já havia acabado, então fui eu, tomei meu banho, depois coloquei uma roupa que já estava separada e sequei meu cabelo com o secador que ficava na casa.
Fui até a sala, e vi a Aline deitada com o Luke no sofá vendo desenho na televisão, me aproximei deles, ela o acariciava na cabeça, e nem notaram minha presença.
-Desse jeito eu vou ficar com ciúmes! – falei sorrindo olhando pra ela.
-Problema seu! –disse ela ao olhar para mim, e depois levantou do sofá e me deu um beijo.
-Vamos? Quero ir na redação ainda hoje!
-Vamos sim!
Aline desligou a televisão e pegou os óculos de sol e enquanto ela fechava as janelas e portas, peguei as cadeiras do lado de fora, logo estava tudo fechado, então tranquei a porta principal e levei Luke para o carro, ela olhou o mar um pouco e acabou se distraindo, e eu a irei do transe dando um abraço nela pelas costas. Nos olhamos e nos beijamos.
-Vamos? – disse sorrido.
-Vamos.
Fomos para o carro, sentei ao volante e ela ao meu lado, ela se aconchegou no banco e relaxou o corpo e rapidamente relaxou-se. O carro deu um leve ronco e logo partiu.
Assim que passei a estrada fechada, abri a capota do carro e a Aline se ajeitou no banco, deixando o vento bater em seu rosto. O sol estava forte e brilhava sonhe nós, mas as arvores o impedia  , para que chegasse diretamente a nós, logo estava na estrada, Aline se virou para ficar me observando e ergueu o braço até minha nuca, onde ficou acariciando alguns fios do meu cabelo, até chegarmos.
Quando chegamos já era final de tarde, então nem descarreguei o carro e fui para a redação, dei um beijo na Aline e a deixei dentro de casa, antes de ir na redação fui para o parque, refletir um pouco, ver se estava certo de ir para Londres.
Sentei ao pé da árvore de sempre e olhei o lago a minha frente e logo ouso uma voz atrás de mim:
-Oi Felipe! – olhei para trás e vi o Bruno.
-E ai Amiguinho! – Falei sorrindo para ele oque fez ele se animar.
-Posso me sentar aqui?
-Pode, fique a vontade.
-Obrigado! – ele se sentou e olhou o lago, como eu, e logo continuou. – Com problemas de novo?
-Sim, mas menos preocupante!
-Você sempre vem aqui para, pensar, refletir ... essas coisa?
-Aham, sempre venho para pensar, aqui é um dos lugares que mais me marcaram.
-Porque?
-Sempre vinha aqui com o meu pai!
-Aah! – ficamos sentados e em silêncio. Até ele quebra-lo. – E oque lhe trás aqui hoje?
-Tive uma proposta de trabalho fora do pais, mas não quero deixar a Aline sozinha e nem o bebe.
-Bebe? –perguntou ele confuso.
-É o Arthur, meu filho!
-Nossa! Você já é pai?
-Sou! – disse rindo, pelo seu tom de voz.
-Bom, pelo menos, sei que será um bom pai!
-Porque?
-Você ... É ... É uma pessoa incrível.
-Hum, você também é! – disse a ele bagunçando seu cabelo.
-Acho que você deveria ir, afinal é seu trabalho, e eu sei que eles ficaram bem aqui!
-Hum é também acho. – parei um pouco e pensei – É eu vou sim!
-Isso ai!
Eu e o bruno ficamos sentados por um bom tempo só conversando e brincando, e logo começou escurecer, então eu fui obrigado a ir até a redação.
...
...
Capitulo 63 – Passagens
-Carol, pode contar comigo na viagem!

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